Cemitérios


A inumação de cadáveres foi feita durante muitos anos no interior de mosteiros e igrejas.

A partir do século XIX surgiram espaços destinados à sepultura de cadáveres humanos – cemitérios – designação que deriva da palavra grega “koimetérion”, que significa dormitório.

Nos cemitérios tradicionais a consumpção de cadáveres provoca um impacto negativo sobre o ambiente.

Este impacto é provocado pela degradação de matéria orgânica do cadáver, de todos os artefatos enterrados e das próprias urnas.

O corpo humano é matéria orgânica composta por fluídos, órgãos, ossos, dentes e tecidos, com alto teor de oxigénio, carbono, hidrogénio, azoto, cálcio e fósforo entre outros. A urna, mais usada é composta de madeira, cola, vernizes, tintas, pregos e outros elementos metálicos.

Toda a decomposição destes elementos pode facilmente atingir os aquíferos subterrâneos, contaminado-os, provocando assim um impacto ambiental negativo, pelo que existem estudos que associam a degradação da qualidade da água à proximidade de cemitérios.


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